5 dicas para evitar que seu gato fuja

5 dicas para evitar que seu gato fuja

Gatos são animais extremamente curiosos, que adoram conhecer e controlar o ambiente em que vivem, precisam gastar energia e são caçadores natos. Tudo isso está por trás da vontade de dar uma voltinha. Mas deixar o gato sair pode ser perigoso. Os bichanos com acesso à rua ficam sujeitos a uma série de riscos, muitos dos quais podem comprometer a saúde deles, mesmo que voltem para casa.

Para ajudar a manter seu felino em casa e feliz selecionamos algumas dicas que podem ajudar:

 

1 – Converse com o veterinário para que seja realizada a castração. Além de evitar doenças, ela ainda diminui bastante a vontade de o gato fujão sair de casa;

 

2 – Promova o enriquecimento ambiental com brinquedos que estimulam os instintos de caça e de exploração do bichano. Pets com entretenimento em casa se tornam menos propensos a fugir em busca de estímulos;

 

3 – Coloque telas nas janelas. Elas impedem a fuga e também são importantes para diminuir o risco de quedas;

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4 – Mantenha caixas de areia limpas – de preferência, uma a mais do que o número de gatos da residência -, ofereça boa comida e deixe à disposição potes de água largos, que não incomodem as vibrissas dos felinos. Verifique, também, se o seu gato não prefere água corrente.

 

5 – Leve seu gato para passear em locais próximos como praças ou em algum outro lugar que ele goste muito. Escolha locais tranquilos, com pouco barulho, e que não tenha outros animais, evitando que ele se assuste.

 

Mas e se ele fugir?

É muito importante lembrar que nem sempre o seu gato fujão foi embora por falta de carinho. Por isso, nos casos em que ele aparecer de volta, não deixe de levá-lo ao veterinário. Ele fará um exame físico no animal para avaliar se o bichano não sofreu algum trauma; poderá prescrever medicações contra parasitas externos e internos; vai avaliar a necessidade de vacinação e solicitar exames complementares que descartem a chance de o gato ter contraído alguma doença.

Entre as doenças mais graves que os bichanos podem contrair ao fugir de casa estão a aids felina (FIV) e a leucemia felina (FeLV), além da esporotricose, que pode ser transmitida para seres humanos. O diagnóstico precoce é a principal arma para manter a qualidade de vida desses animais.

 

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21 de janeiro de 2020 / por / em ,

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